Planos e Controles de Calibração de Instrumentos

Calibração de Equipamentos e Instrumentos

A definição de quais são os equipamentos que obrigatoriamente deverão ser inseridos no Plano de Calibração deve ser feita em conjunto pelas áreas de Manutenção, Operação e ou Produção, Engenharia de Processos e ainda Controle da Qualidade.

A seleção de um equipamento para que conste do Plano de Calibração poderá ser feita através dos seguintes critérios:

  • Pertencer à Gestão da Qualidade Integrada e ou Assegurada;
  • Ser uma necessidade do processo.
  • Ser usado em medições e analises solicitadas ou exigidas pelos órgãos internos ou externos, seja por questões ambientais, qualidade do produto, segurança operacional e ou ainda outros aspectos legais.
  • Estar identificado na planilha de Avaliação de Risco de as áreas de Saúde, Segurança e Meio Ambiente

É recomendável que todos os equipamentos constantes no plano de calibração devam estar mapeados em planilha própria de controle de ajuste e calibração ou em software específico. Recomenda-se que tanto a planilha quanto o software devam conter as seguintes informações:

  • Localização do equipamento;
  • TAG
  • Prioridade de ajuste ou calibração (Classe 1 ou 2);
  • Data do último e próximo ajuste ou calibração;
  • Executante (próprio ou terceiro);
  • Padrão utilizado (para os equipamentos mais importantes, os padrões devem ter rastreabilidade à Rede Brasileira de Calibração – RBC);
  • Histórico de ajuste ou calibração, com laudos e certificados;
  • Freqüência de ajuste ou calibração;
  • Exatidão, Precisão, Tolerância e Incerteza do equipamento.

Os ajustes ou calibrações podem ser realizados por equipe própria ou contratada. Porém, todas as intervenções devem ter certificados de calibração e/ou laudos para histórico.

A tolerância dos prazos definidos no plano de ajuste ou calibração devem ser fixados, recomendando-se que não seja superior a 30 dias.

Todo o processo de ajuste ou calibração deve ter um critério de autorização para comutação de freqüência (que aumenta, diminui ou mantém a freqüência atual), visando a melhoria contínua.

Para ajustes ou calibrações devem existir padrões de procedimento, que podem estar nas Ordens de Serviço ou outros documentos, e devem conter:

  • Tipo de equipamento a ser utilizado;
  • Método de verificação;
  • Condições Ambientais (quando aplicável);
  • EPI´s a serem utilizados;
  • Outros que auxiliem a intervenção.

Todos os equipamentos que sofrerem  intervenção e estiverem aprovados e liberados para uso, devem  receber uma identificação com (para serviços contratados pode ser utilizada uma identificação do prestador de serviço):

  • Identificação do equipamento;
  • Data da execução;
  • Identificação do responsável pela execução da intervenção;

É importante atentar-se para as condições de guarda e ou acondicionamento dos equipamentos e instrumentos calibrados mas não aplicados imediatamente.

A segregação dos itens calibrados daqueles sem condição de uso é fundamental para a credibilidade de todo o trabalho na área de gestão de instrumentos e equipamentos calibrados.

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Técnicas de Manutenção Preditiva – Medição de Pneus

Técnicas de Preditiva – Medições de Pneus

Através de um calibre de profundidade mede-se o desgaste do pneu, obtendo-se um valor, que relacionado as horas trabalhadas permitirá o cálculo do indicador de nº de h / mm, ( horas por milímetros ), o que permite uma previsão de substituição do mesmo.

Para saber quais são as marcas de pneus mais conhecidas no Brasil, acesse Marcas Mais Conhecidas da Manutenção Brasileira

 

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Técnicas de Manutenção Preditiva – Ultrassom

Técnicas de Preditiva – Ultrasom

Técnica Preditiva que detecta descontinuidades internas pela análise do modo de propagação das ondas sonoras através de um material.  Uma das aplicações mais simples é a medição de espessura de paredes de vasos, tubulações de grandes diâmetros. Esta técnica é também largamente utilizada na  detecção de defeitos  internos tais como trincas, dupla laminação e porosidade.

Para manutenção em vasos de pressão e tubulações de qualquer porte, consulte a TECNOFINK

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Técnicas de Manutenção Preditiva – Ensaio Iris

Técnicas de Preditiva – Inspeção Íris

O ensaio de Íris se baseia no mesmo princípio da técnica de ultra-som, onde um espelho com ângulo de 45º,  girando na ponta de uma turbina, direciona uma feixe sônico perpendicularmente na superfície a ser inspecionada.  Para esta inspeção se utiliza água como meio acoplante.  Está técnica é muito utilizada para identificar defeitos ou descontinuidade (tais como trincas, pites, alvéolos) na superfície interna e externa de tubos  de trocadores de calor, caldeiras e tubulações de pequeno diâmetro.

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Técnicas de Manutenção Preditiva – Correntes Parasitas

Técnicas de Preditiva – Correntes Parasitas (Eddy Current)

Técnica Preditiva baseada na indução de correntes elétricas no material que está sendo inspecionado, de forma que qualquer perturbação causada no campo magnético gerado seja monitorada e medida através de vídeo e softwares específicos.

Esta técnica aplicada na detecção de defeitos e descontinuidades (tais como trincas) em tubos de materiais eletricamente condutores tais como aço inox, ligas de cobre e níquel, etc.

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